nullius

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naturalismo

Quarta-feira, 4 dUTC Junho · 5 Comentários

Daí que não é de hoje que eu ando achando beleza em tudo quanto é coisa naturalista. Daí que não é de hoje que eu ando achando beleza em tudo quanto é trabalho do Ryan McGinley. Daí que não é de hoje que eu ando adorando o Vitor Angelo no dus*****infernus. Daí que ele tem falado muito de 68, que eu adoro, e publicou dia desses um post incrível sobre a moda da época. Daí que no final do post ele indica o vídeo do novo single do Sigur Rós, Gobbledigook, e eu me apaixono. Porque é lindo de morrer; porque Sigur Rós rocks; porque o vídeo é inspirado no trabalho de Ryan McGinley e com a ajuda do mesmo; porque tem tudo a ver com 68, mesmo; porque o Sigur Rós já tinha vídeos incríveis como o de Viðrar vel til loftárása; porque me provocou surtos de inspiração extremos.

Luz, forma e liberdade.

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thriller night

Quinta-feira, 29 dUTC Maio · 1 Comentário

Coisa mais divertida nessa vida é Thriller do Michael. E esse mega aniversário de 25 anos que o disco está fazendo trouxe de volta pro meu Winamp Thriller, Beat It, Billie Jean, Wanna be Startin’ Somethin’ e cia. Mas coisa mais bacana do que a coreografia de Thriller não há. E como eu perdi um bom tempo hoje no YouTube assistindo milhares de versões, resolvi selecionar as melhores pra vocês.

Então, a gente começa, lógico, com o clássico vídeo de 13 minutos do Michael.

Pra aquecer, claro, não podem faltar os extremamente bem coreografados prisioneiros filipinos. Há! Morro pelos macacõezinhos laranja.

Yey! E que tal um dos mais divertidos de todos, que é esse coral super empolgado cantando Thriller? Gente, eu acho GENIAL! Há!

Ah é, claro, tem a cena que chamam de antológica com a Jennifer Gardner, no filme 13 Going On 30. Se é que o filme pode ter cenas antológicas, mas é divertido pacas. Hum!

Tem noivos “supreendendo” os convidados com a dancinha. Ah, gente, de boa, adoro cafonice bem feita. Há!

E se a gente tá falando de cafonice e a nossa musa trendsetter, Madge, já datou o tosco como o que há nesse novo disco, nada mais justo do que a versão indiana de Thriller. To die for. Há!

Gente, agora, isso aqui eu achei bacana demais. Quem topa fazer comigo no metrô, eihn? Muito legal.

E essa galera aqui num programa da MTV repensando a dança? Cool.

E tem tantos outros. Pra quem curtiu, é só dar mais uma pesquisada no YouTube que dá pra se divertir de verdade. Há!

E aí, quem topa montar Thriller de alguma maneira inusitada comigo, gravar e jogar na internet? Há! To empolgado!

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marcelo

Quarta-feira, 28 dUTC Maio · Deixe um comentário

Camelo finalmente está de volta. Em notícia da Folha Online, a acessoria do gênio afirma que ele está finalizando o primeiro disco solo, que deve ser lançado no segundo semestre.

Há um tempo atrás ele tinha disponibilizado a música Doce Solidão em seu MySpace. A música lembra muito a sonoridade de Quatro, o último trabalho dos Los Hermanos (Será que eles ainda voltam?). Lá no MySpace do cara tem também uma outra música, Teo e a Gaivota, que pra mim parece muito um recado dele sobre seu atual processo criativo. Fico sempre bobo em como é uma música extremamente visual, mas enfim, o mar e os outros barulhos tornam isso um pouco óbvio.

Marcelo Camelo

Em tempo, qual não foi minha surpresa ao descobrir que Ney Matogrosso gravou em seu último álbum uma Marcelo Camelo, Veja bem meu bem, que a Maria Rita também já tinha gravado no seu álbum de estréia. Aliás, Ney Matogrosso gravou até Jorge Drexler. Bacana. Mas voltando à música do Camelo, não sei se fico com a sinceridade da interpretação de um, ou a passividade da outra, mas o que me importa mesmo é o que repito sempre, pra todo mundo: nenhum compositor fala tão bem de mim, dos meus amigos, quanto Marcelo Camelo.

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tchubaruba

Terça-feira, 1 dUTC Abril · Deixe um comentário

O Pedro Doria já tinha dado o toque faz um tempo. Daí ela começou a pipocar em vários lugares e eu que tinha adorado o MySpace dela nem dei muita bola pra garota. E ontem ela aparece no Programa do Jô, pra minha surpresa. E eu preciso confessar: to apaixonado.

Porque só mesmo vendo a Mallu cantar pra entender porque a música dela é tão incrível. A perninha ansiosa dela batendo, aquela risadinha sem graça e as histórias de uma menina que ainda brinca. Caramba, como é possível aquela menina ouvir Dylan, Cash, Belle & Sebastian e fazer músicas tão inacreditáveis?

Eu estou aqui morrendo de amores pela garota. No MySpace dela tem vários vídeos de programas bacanas. Tem as músicas dela, mas agora eu não sossego enquanto não encontrar essa menina no palco.

  Mallu Magalhães

Tchubaruba folks…

P.S.: Ela gosta de pop art e Warhol. Meu, juro, casava com ela. Há!

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