Ah, a balada. Daí que você gasta mais de um ano sem frequêntá-la pra descobrir logo na volta que, sim, você nasceu pra isso. Alguns minutos inspirando o vício dos outros no ar, a música batendo no chão e subindo pelos pés, os olhares, os corpos e as bocas e pronto, você se pergunta: Por que é que eu fiquei tanto tempo sem vir pr’esse lugar?
Até porque na vida a gente tem muitos objetivos. E isso quem não mora mais com o papai sabe que exige abrir mão de outras coisas. Mas se me permitem um conselho (e eu detesto ser conselheiro) uma boa festa, boa companhia, boa música e o drink certo deveriam ser a prioridade zero. Ao menos entre 7 da noite e 7 da manhã – afinal, alguém tem que pagar por isso.
E quando você está triste, ou só, ou mesmo afim de se acabar, é só ligar pra alguém, qualquer um e ‘bora pra festa. Porque a gente trabalha, se esforça e corre atrás do que precisa, mas quem mesmo precisa da gente é a balada. E não importa como você chegou lá, mas sozinho ou de mau humor só volta quem quer.
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